Por Gabriel Ferrigno @ferrygno
O famoso apresentador Jimmy Kimmel teve seu programa suspenso “indefinidamente” após fazer comentários falsos e considerados ofensivos a respeito do assassinato de Charlie Kirk, fundador da Turning Point USA.
Durante uma edição de seu talk show, Kimmel afirmou que o autor do crime era um “conservador MAGA”, o movimento de Donald Trump, declaração que foi refutada por investigações e provocou reação negativa de afiliadas e do público.
A Nexstar Media Group, que controla 32 emissoras afiliadas à ABC, anunciou a retirada imediata do Jimmy Kimmel Live! de sua grade, substituindo o programa por outra programação.
Em comunicado, a empresa classificou as falas do apresentador como “ofensivas e insensíveis em um momento crítico do discurso político nacional”, ressaltando que não representavam os valores das comunidades atendidas.
Andrew Alford, presidente da divisão de transmissão da Nexstar, afirmou que a decisão buscou “esfriar os ânimos” e preservar o debate público em bases mais respeitosas.
A Disney, detentora do programa, confirmou à imprensa que a suspensão será mantida “por tempo indeterminado”.
O episódio foi além e chamou a atenção da Comissão Federal de Comunicações (FCC). O presidente do órgão, Brendan Carr, advertiu que ABC e Disney podem sofrer sanções, destacando que, ao manterem licenças públicas de transmissão, têm a obrigação legal de fornecer informações justas e verdadeiras. Para Carr, o caso representa falha grave no cumprimento desse dever.
Críticos apontaram que Kimmel, conhecido por ter opiniões mais progressistas, distorceu deliberadamente os fatos, já que o acusado, Tyler Robinson, foi identificado como um militante de esquerda com posicionamentos pró-trans no mesmo dia em que foi identificado. No momento de sua declaração, essa informação já estava disponível.
Siga @ferrygno para ficar por dentro em tempo real de Conflitos, Geopolítica, Eventos Globais e Atualidades.



