Por Gabriel Ferrigno ferrygno
O ministro Alexandre de Moraes decidiu não determinar a prisão de Jair Bolsonaro, em virtude de supostos descumprimentos de medidas cautelares impostas pelo ministro.
Segundo Moraes, o ex-presidente teria violado ordens judiciais ao exibir a tornozeleira eletrônica e ter discursado na Câmara, citando a publicação do discurso no perfil de Eduardo Bolsonaro.
“Entretanto, por se tratar de uma irregularidade isolada, sem notícias de outros descumprimentos até o momento, bem como das alegações da defesa de Jair Bolsonaro da ‘ausência de intenção de fazê-lo, tanto que vem observando rigorosamente as regras de recolhimento impostas’, deixo de converter as medidas cautelares em prisão preventiva, advertindo o réu, entretanto, que, se houver novo descumprimento, a conversão será imediata”, disse o ministro.
Nessa mesma decisão, Moraes afirma que “inexiste qualquer proibição” para Bolsonaro conceder entrevistas.
Ainda na decisão, Moraes escreveu em letras garrafais que “A justiça é cega, mas não tola”. No entanto, na primeira versão, o ministro cometeu um erro básico ao escrever “mais” em vez de “mas”.
O erro repercutiu nas redes sociais e Moraes realizou a alteração do documento.
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