Por Rafael Amaral Sanzio, 23 de julho de 2025.
Censura, perseguição e reação: o Brasil vive hoje um regime disfarçado de democracia. Mas o cerco está se fechando — e os primeiros sinais da queda já são visíveis.
O Brasil vive ou não sob uma ditadura?
Censura de canais como o Terça Livre, do jornalista Allan dos Santos (hoje exilado político nos EUA), retirada de matérias jornalísticas como a da revista Crusoé intitulada “O amigo do amigo de meu pai”, onde Marcelo Odebrecht, durante delação, afirmou que o ministro Antônio Dias Toffoli era assim chamado pelos executivos da empreiteira ainda quando o magistrado ocupava o cargo de advogado-geral da União. Isso foi apenas o início.
A perseguição à emissora Jovem Pan e a todos os seus jornalistas, o cancelamento de passaportes, prisões e sufocamento financeiro de opositores políticos que vivem no exterior, como Rodrigo Constantino e Paulo Figueiredo. Fraude eleitoral, prisão de um deputado em exercício (como o caso de Daniel Silveira) por palavras, e a criação de narrativas para demonizar qualquer um que se oponha aos crimes e à corrupção da Suprema Corte e do atual governo petista. Tudo isso são apenas partes de um regime ditatorial instalado no Brasil, com participação do tráfico internacional de drogas e do terrorismo.
Terrorismo e impunidade estatal.
Uma fonte diplomática ibero-americana afirmou ao canal saudita Al Hadath que aproximadamente 400 comandantes de campo do grupo terrorista Hezbollah estão deixando o Líbano com destino a países sul-americanos. Entre os destinos estão Brasil, Venezuela, Colômbia e Equador. Contudo, é sabido que, sob ordens do ministro Edson Fachin, estão proibidas operações policiais nas favelas e morros do Rio de Janeiro. O crime organizado, juntamente com o terrorismo internacional, tem livre circulação para crescer e treinar combatentes. E isso são informações oriundas do FBI.
Mas o que você leu acima é apenas parte do problema.
A narrativa oficial: descrédito do óbvio.
Como de praxe entre o pessoal com títulos acadêmicos da USP e credenciais internacionais, e chancelados pelo conceito relativo da realidade, o Brasil não vive uma ditadura. Pelo menos segundo o professor, escritor, ex-deputado estadual e cientista político Heni Ozi Cukier, em entrevista ao podcast Inteligência de Rogério Vilela — veja o nível da comédia.
Mesmo diante de fatos materiais claros e evidentes, os pertencentes ao establishment intelectual brasileiro continuarão negando, seja por conveniência ideológica, dissonância cognitiva ou pura deficiência cognitiva. No caso do professor HOC, claramente é conveniência ideológica.
Jair Bolsonaro: o principal alvo da perseguição.
O ex-presidente Jair Bolsonaro tem sido o maior caso de perseguição política no Brasil. Os quatro anos de seu governo foram bombardeados por propagandas falsas para minar sua legitimidade, criminalizar seus apoiadores e obstruir todo seu plano de governo. Isso foi feito não apenas por opositores no Congresso e no Senado, mas também pela Suprema Corte, que usurpou seu papel e se tornou um ator político.
Com a ditadura do Judiciário instalada no Brasil, não há a quem recorrer. Depois de quatro anos conturbados e de constantes intromissões de ditadores togados como Alexandre de Moraes e Roberto Barroso, Bolsonaro tornou-se alvo claro de perseguição. O 8 de janeiro de 2023, segundo vários indícios, foi uma operação patrocinada por agências de inteligência ligadas à recém-empossada administração petista em conluio com a USAID nos moldes do que aconteceu no Capitólio dos EUA em 6 de janeiro de 2021. Diferentemente do Brasil, todas as pessoas presas por suposto golpe nos EUA foram anistiadas depois, entre outras provas, que 19 agentes do FBI estiveram envolvidos nos distúrbios.
Mas no Brasil, mesmo sem provas de tentativa de golpe, milhares de pessoas idosas e inocentes seguem presas há mais de dois anos, torturadas e mortas, como o caso do Clesão. E tudo sob a chancela da Suprema Corte, especialmente de Alexandre de Moraes.
O ex-presidente acusado de tentar um golpe de Estado sequer tem direito ao devido processo legal. Nenhuma das acusações do ministro se sustenta. Trata-se de um teatro, e até os militantes mais fiéis dessa ditadura sabem disso. Mas se calam. Lembram-se bem do destino dos que ousaram criticar Josef Stalin. No Brasil, o nome do medo é Alexandre de Moraes.
A resistência conservadora internacional.
Mas a ditadura alexandrina-barrosina não contava com a vitória do presidente americano Donald J. Trump.
Eduardo Bolsonaro: um estadista em ascensão.
Nos últimos dois anos que estive em Washington, especialmente no CPAC e em eventos pela Europa, pude testemunhar o crescimento político de Eduardo Bolsonaro. Não só em prestígio, mas em sua postura e habilidades como estadista. Vejo Eduardo preparado para assumir o posto de seu pai.
A comunidade internacional que luta contra a influência globalista reconhece e respeita Eduardo pelo que faz pelo Brasil. Não é à toa que ele conseguiu acesso direto ao presidente Trump e expôs a realidade do que está acontecendo no Brasil.
O presidente americano conta com uma equipe técnica que avalia cuidadosamente os acontecimentos globais. Foi com base nisso que decidiu iniciar o desmonte do castelo de cartas da Suprema Corte brasileira.
As sanções americanas e a reviravolta.
Antes disso, Mike Benz e Michael Shellenberger já haviam denunciado a indústria da censura financiada por ONGs da elite global. Eu mesmo, em comentários e participações em programas, já alertava sobre o que Benz hoje denuncia, muito antes de ele ser reconhecido pela direita brasileira.
Eduardo Bolsonaro, Allan dos Santos e Paulo Figueiredo foram as principais vozes para o início do movimento de libertação do Brasil. Enquanto a mídia estatal oficial (como CNN e Globo) fazia piadas chamando Eduardo de fritador de hambúrguer, Allan de blogueiro e Paulo de neto de ditador, eles articulavam reuniões importantes em Washington D.C.
Até ministros do STF zombavam sobre quem teria o visto americano cancelado primeiro.
Na semana passada, a conta chegou: Trump impôs tarifas de 50% sobre produtos brasileiros nos EUA. Lula, que tentava se aproximar de Rússia e China, sabe que até esses países souberam negociar com Trump.
O golpe principal, porém, veio sobre os ditadores togados. STF e PT iniciaram uma propaganda contra as sanções, acusando os EUA de interferência na soberania nacional e de proteção a Bolsonaro.
Alexandre de Moraes, em surto de poder, ordenou buscas na casa do ex-presidente. Em resposta, Marco Rubio, Secretário de Estado americano, publicou uma lista de vistos cancelados: Alexandre de Moraes, Roberto Barroso, Flávio Dino e outros foram incluídos, com exceção dos ministros Nunes Marques e André Mendonça. A lista inclui também Fábio Shor, delegado da PF que cumpre mandados ilegais de Moraes.
A lista se estenderá aos familiares dos ministros sancionados que possuem empresas nos EUA.
Mas é certo que nos bastidores a principal sanção virá por meio da Lei Magnitsky, onde Moraes e quem estiver associado serão neutralizados quase que por completo.
A queda de um regime é iminente.
Em que país onde realmente existe democracia tudo isso está acontecendo?
A resposta é simples: nenhum.
E todo aquele que tenta comparar o que o PT e o STF estão fazendo com as narrativas contra o governo anterior está sendo intelectualmente desonesto, como o professor HOC. No caso de Rogério Vilela, é deficiência cognitiva. Leandro Demori, do Intercept, durante debate com Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo no podcast do Vilela, tentou sustentar narrativas de forma desonesta, relativizando o mal para proteger seus interesses e os crimes da Corte e do PT.
A ditadura liderada por Alexandre de Moraes está em seus últimos momentos. Como todo vilão de filme, quando encurralado, ele atira para todos os lados. Mas o castelo de cartas já começou a ruir.
Cabe a todos nós fazermos pressão, irmos às ruas, conscientizarmos nossos pares e resistirmos.
Eles vão perder esta guerra.
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Rafael 23.07.2025

•Josué 24:15
•Escritor & Analista Geopolítico |
📍London – Córdoba
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