Parcerias? Entre em Contato

Mais Vistos

  • All Post
  • 8 de Janeiro
  • Agro - ES
  • Agro Brasil
  • Artigos e Colunistas
  • Caso Banco Master
  • Colunista Rafael Sanzio
  • Colunista Tenente Moraes
  • Concursos
  • Corrupção
  • Direito do Consumidor
  • Economia
  • Entretenimento
  • Espirito Santo News
  • Esporte
  • Geopolítica
  • Guerra de Israel e Irã
  • Guerras
  • Internacional
  • Judiciário
  • Lei Magnitsky
  • Memes
  • Notícias do Brasil
  • Opinião
  • Política
  • Pow Bang Cast
  • Prisão Ilegal de Bolsonaro
  • Redes Sociais
  • Religião
  • Sáude Pública
  • Segurança Pública
  • Sindicatos e Associações
  • Tecnologia
  • Turismo
  • Uma Ditadura chamada Brasil
    •   Back
    • Educação

POW BANG CAST

Siga o nosso PODCAST Parceiro

Categories

Edit Template

Alexandre de Moraes suspende decreto do IOF e determina conciliação entre poderes.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou nesta sexta-feira (4) a suspensão do decreto presidencial que alterava as alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), em meio a uma crescente pressão política e jurídica sobre o tema. A decisão liminar de Moraes ocorre no mesmo dia em que o Congresso Nacional derrubou formalmente o decreto por ampla maioria, em uma ação coordenada entre as duas Casas Legislativas.

O decreto, editado pelo Executivo no mês passado, previa o aumento das alíquotas do IOF sobre operações de crédito, câmbio e seguros. A justificativa oficial do governo era de que a arrecadação extra seria destinada ao financiamento de programas sociais e à compensação de renúncias fiscais em outras áreas. No entanto, a medida gerou forte reação de parlamentares, do setor produtivo e de especialistas, que alegaram aumento de custos para empresas e consumidores em um momento de desaceleração econômica.

Na decisão, Moraes destacou que o governo não apresentou fundamentos técnicos e jurídicos suficientes para justificar a majoração do tributo, e ressaltou a importância de respeitar os princípios constitucionais de legalidade e transparência tributária. “Não se pode admitir o uso de instrumentos normativos sem o devido respaldo técnico, sob pena de comprometer a segurança jurídica e a estabilidade econômica do país”, escreveu o ministro.

Moraes disse ainda: “As ações propostas, igualmente, demonstram a importância de NÃO SE CONFUNDIR O EXERCÍCIO DA LEGÍTIMA COMPETÊNCIA CONSTITUCIONAL do SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL com um suposto e indefinido ativismo judicial e AFASTAM A CONFUSÃO entre discursos vazios de auto-contenção do Poder Judiciário com sugestões para uma TRÁGICA OMISSÃO ou a GRAVE PREVARICAÇÃO ou mesmo COM UMA INACEITÁVEL COVARDIA INSTITUCIONAL PARA QUE NÃO SE DECIDA E NÃO SE FAÇA PREVALECER O TEXTO CONSTITUCIONAL.”

Paralelamente, o Congresso Nacional aprovou um decreto legislativo que revoga oficialmente os efeitos da medida presidencial. A derrubada contou com apoio tanto da oposição quanto de setores da base aliada, evidenciando o desgaste do governo em relação ao tema.

Várias foram as reações nas redes sociais diante da decisão do ministro, uma que chamou a atenção foi a declaração do deputado federal pelo Rio Grande do Sul Marcel van Hattem. @marcelvanhattem

Leia na íntegra.

“Presidente Hugo, li a decisão inteira. Alexandre de Moraes decidiu que o decreto do IOF do Lula é inconstitucional, mas negou em sua decisão ao Congresso o direito de declará-lo inconstitucional, mesmo diante do que explicita o art. 49, V da nossa Constituição:

“É da competência exclusiva do Congresso Nacional: sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa;”

Ou seja, Alexandre de Moraes substituiu com sua caneta o parlamento inteiro e ainda pisou em cima do Sr. e do Congresso Nacional. Ele agiu como se dissesse mais ou menos assim: “a Constituição diz que cabe a vocês fazerem isso, mas EU não concordo – afinal, l’État, c’est moi”. Vou suspender aqui tanto a decisão do Lula quanto a de vocês, do Congresso”.

E ainda teve a empáfia de chamar as partes para uma “conciliação”, arrogando-se a si próprio o imperial e hoje – em tese – inexistente “poder moderador”.

Foi mais um ataque à democracia e ao parlamento, concluído com sucesso – no que espero sua veemente discordância e repúdio, e a negativa de qualquer participação em conversas de “conciliação”, pois, além de flagrantemente ilegais, servirão apenas para dar ainda mais poder àqueles que têm usurpado e vilipendiado o poder do povo brasileiro, representado no Parlamento nacional”. Postou o deputado.

Líderes partidários criticaram a tentativa do Executivo de aumentar tributos sem diálogo prévio com o Parlamento.

Com a decisão do STF e a revogação legislativa, o decreto do IOF perde validade imediata, e as alíquotas voltam aos patamares anteriores. A equipe econômica do governo ainda não se manifestou oficialmente, mas interlocutores indicam que o Palácio do Planalto deve buscar alternativas para compensar as perdas de arrecadação previstas.

A expectativa é que o tema volte a ser debatido nas próximas semanas, tudo isso em meio a um ambiente de tensão entre os Poderes, de críticas à condução da política tributária pelo Executivo e da latente usurpação de poderes do legislativo por parte do judiciário.

Compartilhar Artigo:

Deixe seu Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Posts Recentes

  • All Post
  • 8 de Janeiro
  • Agro - ES
  • Agro Brasil
  • Artigos e Colunistas
  • Caso Banco Master
  • Colunista Rafael Sanzio
  • Colunista Tenente Moraes
  • Concursos
  • Corrupção
  • Direito do Consumidor
  • Economia
  • Entretenimento
  • Espirito Santo News
  • Esporte
  • Geopolítica
  • Guerra de Israel e Irã
  • Guerras
  • Internacional
  • Judiciário
  • Lei Magnitsky
  • Memes
  • Notícias do Brasil
  • Opinião
  • Política
  • Pow Bang Cast
  • Prisão Ilegal de Bolsonaro
  • Redes Sociais
  • Religião
  • Sáude Pública
  • Segurança Pública
  • Sindicatos e Associações
  • Tecnologia
  • Turismo
  • Uma Ditadura chamada Brasil
    •   Back
    • Educação

Leandro Freitas

Leandro Freitas
Fundador e Diretor de Conteúdo – Ponta de Lança News

Leandro Freitas é um apaixonado pela comunicação e pela missão de levar informação com propósito. Formado em Rádio, TV e Cinema, construiu uma sólida carreira ao longo de mais de 20 anos como locutor, apresentador e gerente de mídia em emissoras de rádio e televisão.

Com um olhar crítico e sensível para os assuntos que impactam diretamente a sociedade, especialmente nas áreas de segurança pública, política e cidadania, Leandro decidiu ampliar sua atuação com o portal Ponta de Lança News.

Unindo experiência prática, formação técnica e um profundo senso de responsabilidade social, Leandro lidera o portal com o objetivo de entregar conteúdo claro, direto e confiável. Seu trabalho representa o elo entre a informação de qualidade e o público que busca estar verdadeiramente bem informado.

Edit Template

Sobre Nós

Ponta de Lança News é um portal de notícias com o objetivo de levar informação com responsabilidade. Nosso slogan, “Aqui o alvo é a informação”, reflete nosso compromisso com a verdade e com o que realmente importa para a sociedade.

Com uma linguagem simples e conteúdo direto ao ponto, buscamos ser uma referência para profissionais da segurança, gestores públicos, formadores de opinião e todos que valorizam uma informação séria.

Postagens Recentes

  • All Post
  • 8 de Janeiro
  • Agro - ES
  • Agro Brasil
  • Artigos e Colunistas
  • Caso Banco Master
  • Colunista Rafael Sanzio
  • Colunista Tenente Moraes
  • Concursos
  • Corrupção
  • Direito do Consumidor
  • Economia
  • Entretenimento
  • Espirito Santo News
  • Esporte
  • Geopolítica
  • Guerra de Israel e Irã
  • Guerras
  • Internacional
  • Judiciário
  • Lei Magnitsky
  • Memes
  • Notícias do Brasil
  • Opinião
  • Política
  • Pow Bang Cast
  • Prisão Ilegal de Bolsonaro
  • Redes Sociais
  • Religião
  • Sáude Pública
  • Segurança Pública
  • Sindicatos e Associações
  • Tecnologia
  • Turismo
  • Uma Ditadura chamada Brasil
    •   Back
    • Educação

© 2025 Criação – LML Produções