Por Rafael Amaral Sanzio, 13 de julho de 2025.
ONGs, STF e Influência Globalista: A Engenharia Social por Trás de Érika Hilton e do Parlamento.
Travestis como Felipe Santos (conhecido como Érika Hilton), Duda Salabert, que é um homem, pai de família, que se autodeclara mulher trans lésbica; parlamentares fantasiados de minorias e figuras como Tiririca são exemplos do escárnio que se vê atualmente no Parlamento Brasileiro. É difícil acreditar que tais figuras seriam eleitas se houvesse total transparência no sistema de votação brasileiro.
No entanto, esse cenário não surgiu de forma espontânea. No Brasil, todo esse pandemônio é fruto de uma engenharia social financiada por organizações internacionais que influenciam setores-chave de diversos países, inclusive blocos econômicos como a União Europeia.
ONGs como a Open Society Foundation, da família Soros, têm desempenhado um papel central nesse processo. Elas moldam a sociedade conforme seus interesses e valores, promovendo uma agenda globalista que busca desconstruir os valores morais tradicionais. Para avançar essa estratégia, a Open Society injetou cerca de 32 bilhões de dólares em milhares de entidades ao redor do mundo, incluindo ONGs, associações, universidades, fundações e programas de bolsas de estudo. Somente em 2020, estima-se que o valor destinado tenha se aproximado de 1 bilhão de dólares.
Na Europa, onde resido há mais de dez anos, a influência dessas ONGs dentro do Parlamento Europeu é questionada rotineiramente. Um exemplo notável foi quando Pedro Agramunt questionou a atuação de ONGs e seu lobby na legislação europeia. Político espanhol conhecido por sua atuação na Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa (PACE), Agramunt propôs criar um sistema de registro para lobistas e ONGs atuantes no Conselho da Europa, exigindo transparência sobre suas atividades, financiadores e encontros com parlamentares e funcionários da instituição. Sua proposta incluía ainda a obrigatoriedade de credenciais visíveis para identificar lobistas, bem como a publicação de seus registros de gastos e doadores. Em 2017, depois de pressões de ONGs, Agramunt pediu demissão depois de várias acusações sem provas.
Contudo, tais medidas de transparência jamais foram implementadas. Agramunt sempre alertou que muitas dessas organizações, mesmo aquelas que se autodeclaram defensoras dos direitos humanos, operam sem controle efetivo, influenciam relatórios antes de sua publicação e chegam a redigi-los, sem se sujeitarem à responsabilidade institucional. Ele não tinha dúvidas de que exerciam influência decisiva e prestavam “assistência” ao funcionalismo da Assembleia com dedicação suspeita.
Mas o que tudo isso tem a ver com chamar Érika Hilton de homem? A resposta está na conexão entre a subjetivização da realidade e a manipulação política. Ambas são ferramentas sistematicamente utilizadas por forças internacionais para moldar sociedades segundo seus interesses, conduzindo nações como o Brasil a seguir caminhos que beneficiam apenas essas elites globais.
Um exemplo e centro dessa engrenagem no Brasil é também o STF brasileiro. Alexandre de Moraes, ministro da Suprema Corte, tem utilizado o aparato estatal para perseguir, censurar, prender e até eliminar adversários políticos. Sua nomeação por Michel Temer, aprovada pelo Senado, não aconteceu ao acaso. Ele está ali para cumprir um papel específico dentro desse projeto global. O mesmo pode ser dito de Luís Roberto Barroso, que declarou publicamente que, sem a atuação do STF, Lula jamais teria sido eleito. Barroso é um nome recorrente nas agendas de instituições financiadas pela Open Society e tem ligações próximas com Pedro Abramovay, ex-secretário de Justiça do Brasil e atual vice-presidente da OSF.
A atuação da Suprema Corte hoje ultrapassa seus limites constitucionais, usurpando as funções dos demais poderes. No dia 16 de julho de 2025, Moraes ignorou o Parlamento e o Senado para manter em vigor o imposto do IOF. Esse tipo de abuso se assemelha à forma como a União Europeia interfere na soberania de seus estados membros. Em ambos os casos, vemos a imposição de uma agenda supranacional que atropela a vontade popular.
Pareceria redundante repetir o que já é evidente, mas mesmo com a imprensa servindo à narco gestão petista e financiada por capital oriundo do Partido Comunista Chinês, tudo está interligado. Não será por meio de acordos politiqueiros como os propostos pelo Partido Liberal de Valdemar da Costa Neto que os interesses nacionais serão preservados. É preciso reconhecer que líderes como Donald J. Trump, com todo seu aparato e aliados como Nayib Bukele, Viktor Orbán e Giorgia Meloni, oferece exemplos concretos de resistência a essa hegemonia globalista. Ainda que se possa supor que também operem acordos nos bastidores, a diferença é clara: esses governos, ao menos, demonstram compromisso em defender as necessidades reais de suas populações, ao contrário de figuras como Lula, Pedro Sánchez e toda a quadrilha de criminosos que assola a Iberoamérica, a Espanha e Portugal.
Sendo bastante realista, sem predições religiosas, a única forma de vencer essa engenharia é através de um trabalho de base e uma pressão popular que levará um tempo para chegar. Setores como o do Agro, que têm grande poder financeiro, devem participar se entrarem na guerra de verdade. É preciso muito dinheiro para tocar projetos culturais e os primeiros passos devem ser dados.
O povo precisa ser liderado por versões de Jair Bolsonaro do passado ou mesmo por Eduardo Bolsonaro e não flerta com Tarcísio de Freitas, muito menos com Michelle Bolsonaro, que faz parte da cota feminista da turma da Damares Alves.
Não se esqueça de comentar e compartilhar.
Rafael 18.07.2025

•Josué 24:15
•Escritor & Analista Geopolítico |
📍London – Córdoba
Conheça meu livro!👇



