Por Canal “A Voz da Política”.
Provérbios 17, 15
Há duas injustiças que o Senhor abomina.
Que o inocente seja condenado e que o culpado seja colocado em liberdade.
A prisão preventiva de Jair Bolsonaro não é apenas absurda; é uma afronta direta aos princípios democráticos e à legalidade. Baseada em premissas frágeis, essa detenção revela um cenário alarmante de abuso de poder. A alegação de que o ex-presidente representava risco de fuga, viabilizada por um ato religioso, é, no mínimo, absurda.
Antes do julgamento, Bolsonaro estava sob prisão domiciliar, sem acesso a redes sociais e com seu passaporte apreendido. Não havia, portanto, qualquer indício de fuga. O episódio da tornozeleira eletrônica, que gerou alarde, foi tratado de maneira desproporcional. A própria admissão de Bolsonaro sobre o dano causado ao aparelho, motivada por curiosidade, não justifica a prisão cautelar.
A convocação de uma vigília por parte de um de seus filhos é um exemplo claro de exercício da liberdade de crença e reunião, garantidos pela Constituição. O Estado não pode criminalizar a fé ou a expressão pacífica de preocupações sociais. Tratar uma vigília como uma incitação à desordem é um erro grave e revela um entendimento distorcido das liberdades civis.
O juiz, ao agir com base em conjecturas e previsões, ultrapassa seu papel. A judicialização da política e a criminalização da manifestação pacífica são perigosas. A decisão atual não só atenta contra um ex-presidente, mas também estabelece um precedente que pode silenciar vozes críticas e sufocar a oposição.
Se não houver uma reação contundente das instituições e da sociedade, esta escalada autoritária poderá se tornar a norma. A liberdade de expressão e o direito à manifestação estão em jogo, e a vigilância constante sobre esses direitos é mais crucial do que nunca.
A injustiça que está sendo semeada por poucos será colhida por todos, por isso devemos cada um nos levantar e bradar em uma só voz contra essa prisão ilegal e arbitrária!
E exigir que Bolsonaro seja liberto e que Moraes pague por seus crimes! Comente agora, Bolsonaro livre!



