Por Gabriel Ferrigno ferrygno
A Casa Branca fechou um acordo com a Universidade da Pensilvânia (UPenn) que exige que a escola retire do atleta trans Lia Thomas os títulos e recordes conquistados na categoria feminina nos últimos anos, bem como um pedido de desculpas para as atletas impactadas.
A Universidade da Pensilvânia também afirmou que restaurará todos os títulos e recordes de atletas do sexo feminino que foram “desviados” por atletas trans, de acordo com o Wall Street Journal.
Thomas competiu como nadadora na UPenn, empatando com a nadadora da Universidade de Kentucky Riley Gaines em 2022 na NCAAs e conquistando o troféu, levando Gaines a se tornar uma ativista dos direitos das mulheres.
Sob o novo acordo, a escola promete cumprir o Título IX, a lei federal de direitos civis que proíbe a discriminação sexual em escolas que recebem financiamento federal.
Assim, a universidade não permitirá que homens biológicos compitam em esportes femininos ou usem “instalações íntimas” femininas e adotará “definições baseadas em biologia” para “masculino” e “feminino” que cumpram as ordens executivas de Trump sobre o assunto.
A escola também enviará uma “carta personalizada de desculpas a cada nadadora impactada”, segundo o acordo visto pelo WSJ.
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